Todo mundo já conheceu alguém que não sabe perder uma discussão, não é mesmo? É engraçado como existe gente que simplesmente pensa ser o dono supremo da razão, como se todas as suas convicções fossem a mais perfeita pintura da realidade e o que o resto do mundo pensa não passasse da mais pura tolice disfarçada de pensamento.
O pior de tudo é que essas pessoas conseguem transformar todo assunto em discussão, toda e qualquer banalidade é passível de tornar-se motivo para um bate-boca que pode terminar até em briga. Já vi muitas conversas descontraídas entre amigos por pouco não virarem a terceira guerra mundial, um simples jogo de dominó ou o comentário sobre uma notícia do telejornal pode acabar em gritos e caras fechadas.
Eles são tão convictos de que estão certos que nem ao menos aceitam que você tenha sua própria opinião. É como se tentassem enfiar a opinião deles goela a baixo do outro, porque com certeza o que pensam é o modo mais sensato e correto de analisar o mundo e não há nada melhor do que nos “convencer” disso.
Agora, o que eu me pergunto é: Pra quê? O gosto de “vencer” uma discussão é tão bom assim? Ou realmente acham que já viveram o suficiente para saber de tudo? Por que não colam uma etiqueta com o nome de vocês na verdade? Quem sabem assim os outros passem a dar mais credibilidade ao que dizem.
Donos da verdade, podem ser egoístas e ficarem com todo seu conhecimento para vocês, estou farta de brigas sem motivo. Isso pra mim tem outro nome: teimosia.
Mãe. Apenas três letras que carregam um significado profundo e único, uma palavra para simbolizar algo tão grandioso e marcante na vida de uma mulher. Afinal, quem não carrega uma imagem de sua progenitora?
Seja ela uma idéia boa, de uma pessoa bondosa, protetora e carinhosa, ou mesmo uma ruim, de alguém que nunca foi presente e gastava a maior parte do tempo trabalhando. Talvez seja algo idealizado, daquela que, por vontade do destino, não se chegou a conhecer. Ou até mesmo de quem não te carregou por nove meses dentro do próprio ventre, mas você foi a criança que ela escolheu para chamar de filho.
A partir do dia que se tornam mães, suas vidas mudam por completo. Passam a viver em função daquela pequena e indefesa criatura, pela qual certamente seriam capazes de dar suas próprias vidas.
E apesar de sempre haver muitos contras, todos os prós sempre fazem valer a pena.
Todo mundo, ao menos uma vez na vida, já sentiu aquela pontinha de raiva. Seja por não ter permitido sua ida ao shopping, desaprovar seu novo namorado, te obrigar a fazer um curso que não te faz feliz, te pressionar no estudos, cortar sua mesada. Posso listar inúmeros motivos aqui e confesso que, muitas vezes, já me senti injustiçada também. Podem ser precipitadas, exageradas, super protetoras e autoritárias, mas o que se deve entender é que, certas ou erradas, tudo, e ponho ênfase no tudo, que elas fazem é apenas pensando em nosso bem, felicidade e futuro.
Por isso e muito mais, deixo aqui o meu Feliz dia das mães para todas as mamães do mundo!
Sempre tive mais facilidade para confiar em amigos homens. Não vejam isso como algum ato de promiscuidade nem nada do gênero. Digo isto por vários motivos, por exemplo, a diferente relação existente entre pessoas do sexo masculino e do sexo feminino. Homens, quando há um desentendimento, dão alguns socos e proferem muitos xingamentos, mas em cinco minutos já estão se abraçando novamente. Mulheres são complicadas e me incluo dentro disso, mas o maior problema é algo que nunca consegui entender: inveja. Queria descobrir como um sentimento assim pode mover pessoas por uma vida inteira, fazendo com que tomem atitudes exclusivamente tentando fazer com que sejam melhores ou únicas. Todas essas garotas têm o mesmo propósito, o de tentar tomar seu lugar. Mas elas podem assumir faces diferentes, dependendo do caminho que querem usar para chegar ao seu propósito.
Ultimamente, tenho lidado de perto com dois tipos. A menina perfeita, boa amiga, filha, nora, aluna e tudo o mais que ela queira ser, ou melhor, parecer. Porque a maior das verdades é o teatro feito pra conseguir passar essa imagem, uma pintura feita para conseguir o carinho e atenção de todos que a cercam. E a segunda é a que chega de mansinho, como quem não quer nada, e de repente está chamando os seus amigos de dela, fazendo de tudo pra que você se sinta um peixe fora d'água perto deles. Desculpa, querida, mas antes mesmo de você pensar em conhecê-los, eu já escrevia uma história de vinte anos junto deles.
Agora, se o que vocês queriam com isso tudo era me deixar com raiva, meus cumprimentos, porque conseguiram.