Essa semana me impressionei com a história de um garotinho de cinco anos, morador do estado de Kansas, nos Estados Unidos.
Aidan Reed deveria ser apenas mais uma criança brincando com seus carrinhos no quintal de casa, se não fosse pelo diagnóstico de leucemia que recebeu em setembro do ano passado.
Passou meses internado no hospital e seus pais até hipotecaram a casa, na tentativa de juntar dinheiro suficiente para pagar o tratamento do filho, cuja doença tinha noventa porcento de chances de cura. Mas, nem mesmo com todo esse esforço, a quantia necessária foi reunida e já não havia mais economias para custear as contas de hospital do garoto.
Eis que surgiu a idéia de vender os desenhos de Aidan pela internet. Quem os viu pela televisão ou qualquer outro meio de comunicação em massa, pode observar que se tratam de desenhos comuns de crianças de sua idade. Monstros, cavaleiros e super-heróis, foram vendidas cerca de três mil das produções do tempo em que esteve internado. O total arrecadado atingiu 30 mil dólares, quantia suficiente para pagar o tratamento do pequeno.
Quando ouvi essa reportagem na televisão, assumo que meus olhos encheram-se de lágrimas. Um ser tão pequeno, indefeso e inocente tendo que lutar contra algo extremamente complicado. No cotidiano, às vezes nos esquecemos do quão valentes podemos ser e reclamamos no primeiro murinho que aparece em nosso caminho, sendo que o único esforço que precisaríamos fazer era dar um pulinho mais alto. Esse garoto luta contra uma muralha e ainda mantém aquele sorriso doce de uma criança.
Mas, ver a ajuda que ele recebeu, encontrar nas pessoas essa solidariedade e compaixão, me faz pensar que, apesar dos pesares, esse mundo ainda tem solução.
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