Há algum tempo, postei sobre falsidade, tema concomitante ao assunto que gostaria de abordar hoje.
O estereótipo do chefe autoritário e hostil aos subalternos pode ser frequentemente visto em qualquer empresa pelo mundo, assim como a figura do político corrupto, que mesmo esbanjando dinheiro, ainda faz questão de arrancar cada centavos dos cofres púbicos que estiver ao seu alcance.
E na mesma frequência com a qual podemos nos deparar com esses tiranos, acabamos descobrindo que muitos deles, algum dia no passado, foram pessoas honestas e generosas, sem nunca despertar qualquer sentimento ruim nas pessoas que o rodeavam.
Agora, o que eu me pergunto é: a faísca que acendeu a chama da ganância e da má índole foi a ascensão ao poder, ou chegar ao topo foi apenas o instrumento que evidenciou algo propositadamente escondido?
Talvez, estar à frente da locomotiva faça com que as pessoas se achem no direito de pisar em cima dos outros e apossar-se do que não lhes pertence. Ou o ser humano, premeditadamente, mascara sua ambição desmedida para alcançar o almejado e, quando isso acontece, finalmente ele se permite exibir a verdadeira personalidade.
Existem essas duas possibilidade, mas sinceramente, eu acredito que mau-caratismo venha de berço e não seja algo adquirido com o tempo.
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