O fim de um relacionamento de apenas três meses foi o estopim para um desastre. O rapaz, de 25 anos e inconformado com o término do namoro, entrou na casa de sua ex-namorada e atirou em toda a sua família. Baleou a garota, de apenas 14 anos, seu irmão e matou a mãe e a irmã instantaneamente.
Quantos crimes como esse não ocorrem por dia? Quantos homens e mulheres não morrem porque seus parceiros teoricamente os amavam demais para viver sem eles ou vê-los com outros?
Ciúme dentro de um relacionamento é normal. O problema é quando esse sentimento começa a tomar proporções maiores do que deveria, transformando-se em um sentimento de posse, uma completa
obsessão. As pessoas ficam cegas, fazem julgamentos precipitados, distorcem os atos alheios e, movidas por essa venda fictícia, muitas vezes tomam atitudes que acabam em catástrofes como a da jovem Natália Melo Soares. Até que ponto o amor pode ser usado como justificativa para atos violentos e descabidos como este? Qual é o limite entre o amor e a obsessão? Se é que realmente estes dois pontos estão correlacionados...

Estar apaixonado deveria ser uma sensação boa, em que ambos os lados se sentem felizes. Na minha concepção de amor estão presentes coisas como compartilhar alegrias e dividir tristezas, sentir a ausência e estimar a presença, ter aquela pessoa que te faz abrir um sorriso involuntariamente e, principalmente, querer o bem de quem se ama, sempre. Será que quem mata realmente sabe o que é amar?

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