Quantas vezes você já brigou com a sua mãe, xingou seu irmão ou discutiu com aquele seu amigo? Quanto tempo você gasta no banho naqueles dias de frio? Quem nunca deixou a luz do seu quarto acesa porque "já ia voltar", foi para a sala e ficou assistindo televisão? O quanto você já não desejou derrubar aquela árvore enorme que atrapalha a entrada da sua casa? Quantas pessoas tiram o carro da garagem por preguiça de ir a pé comprar pão na esquina? Duvido que exista alguém que nunca tenha reclamado de ter de levantar cedo para ir à escola ou trabalhar.
Agora, imagine como seria sua vida sem seus pais, seus amigos, água, luz, ar limpo e sem a projeção de um futuro. Reclamar das coisas é muito fácil, até um dia em que as perdemos e, só então, o real valor é notado.
Não estou dizendo que as pessoas não têm o direito de acordar de mau-humor de vez em quando, se dar ao luxo de demorar um pouco mais no banho ou andar de carro. Só critico quando isso se torna parte da rotina e, por consequência, acabam se tornando coisas "comuns", colocando uma venda invisível nos olhos das pessoas. E é daí que nasce o problema maior.
Essa cegueira fictícia provoca a desvalorização das coisas simples da vida e, só a partir do momento em que não existirem mais, será percebido o quanto são essenciais e importantes. O problema é que o tempo é cruel  e impiedoso.
Então, por favor, coloque a mão na consciência e veja se não há nada escondendo a realidade dos seus olhos, antes que seja tarde mais para isso. Como diria Cazuza: "Eu vejo o futuro repetir o passado...

0 comentários:

Postar um comentário

Obrigada por ler! ♥
... e se não for pedir muito, caso eu não te conheça, conte-me como chegou ao meu blog. (:

Seguidores

Passaram por aqui...