Eu me considero uma garota meio fora do estereótipo de "feminilidade" e um dos motivos que me fazem chegar à uma conclusão dessas é o futebol. Quem disse que mulher não entende de futebol? Que não sabe a colocação dos times, o dia dos jogos, o nome dos jogadores e as regras? Mas hoje não quero falar sobre o machismo que impera na sociedade em que vivemos, meu foco é no esporte que eu mais gosto e assisto sim.
Quantas vezes não presenciamos situações de brigas em campo entre os jogadores? Uma que eu nunca esquecerei é aquela do jogo entre Palmeiras e Santos, em que o Diego Souza brigou com o Domingos. É nessas horas que você vê a dita "malandragem brasileira", um nem encostou e o outro já cai no chão como se tivesse sido fortemente atingido. São atitudes como essas que fazem o futebol perder sua magia e seu brilho. Mas, penso que esses atos dos jogadores podem até serem considerados "perdoáveis". No calor e na tensão de um jogo, as ações e palavras costumam ser desmedidas.
O que me deixa mais indignada é o que geralmente acontece fora dos gramados. Pessoas brigam no trânsito e em bares, perdem amizades e, muitas vezes, a racionalidade, em prol de algo que não fará diferença alguma em suas vidas.
Torcedores furiosos destroem o patrimônio alheio, geram brigas desnecessárias que acabam machucando inocentes, encontram na derrota do seu time um motivo para agir violentamente e sem pensar um segundo nas consequências futuras. Como se toda essa irascibilidade fosse garantir o título no fim do campeonato, enquanto a única coisa que é certa é o salário milionário depositado no fim do mês na conta do jogadores.
Agora me diz, o que esses torcedores enraivecidos ganham? No máximo um olho roxo e alguns dias atrás das grades.
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mim
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